As eleições de 2018 têm sido marcada por grande quantidade de notícia falsas, conhecidas como fake news, publicadas na internet e compartilhadas através de redes sociais. A chamada pós-verdade tem causado um efeito significativo no pensamento dos cidadãos, chegando até mesmo, em muitos casos, a orientar o voto de eleitores e interferir nos resultados das eleições.
A mais recente delas foi desmentida hoje pelo site do G1, através de um mecanismo de checagem de notícias chamado Fato ou Fake. A matéria esclarece uma mentira de que o candidato a presidência, Fernando Haddad, teria escrito um livro incitando o incesto e citando os dez mandamentos do comunismo. A mensagem com conteúdo falso começou a circular depois de uma postagem feita por Olavo de Carvalho.
O Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se reuniu na tarde desta terça-feira (16) com representantes do WhatsApp para debater o assunto e evitar que as notícias falsas possam ganhar maiores proporções no segundo turno das eleições. De acordo com declarações dos conselheiros ao Estadão, a corte eleitoral subestimou o impacto da proliferação da notícias falsas durante a campanha. O TSE avalia que cumpriu com o seu papel no enfrentamento do problema.

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